RGPD – A sua empresa está preparada?

Por volta desta altura, terá já ouvido falar do GDPR. Seja na televisão, num artigo, ou até nas redes sociais, a mensagem terá estado, provavelmente, na linha do “Empresas portuguesas não estão preparadas”.

Pois bem, se a sua organização ainda não começou a trabalhar no GDPR, está na hora de revermos alguns pontos-chave.

O que é o GDPR?

GDPR, ou em português, RGPD (General Data Protection Regulamentation) é um conjunto de normas legislativas, referentes à legislação da protecção de dados. O objectivo desta regulamentação é unificar, em toda a União Europeia, o conjunto de leis e legislação para que a protecção de dados seja exercida, de igual forma, em todo o território.

Para a sua empresa, importa reter que o GDPR passará a ser aplicado direta e obrigatoriamente a partir de 25 de maio de 2018. O que significa que estará em falta, se até esta data não tiver tudo preparado para a sua chegada.

O GDPR actua sob duas perspectivas: a do cidadão e a das empresas. Nesse sentido, reforça os direitos existentes, prevê novos direitos e confere aos cidadãos um maior controlo sobre os seus dados pessoais:

  • Maior facilidade no acesso aos dados — o cidadão tem agora maior abertura para questionar sobre o tratamento dos seus dados, com a garantia de que essas informações são disponibilizadas de forma clara e compreensível;
  • Dados são por direito mais portáteis — medida que visa facilitar a transmissão de dados pessoais entre os prestadores de serviços;
  • Direto à eliminação dos dados pessoais — sempre que uma pessoa deixe de permitir o tratamento dos seus dados e não haja razões legítimas para a sua conservação, os dados serão apagados;
  • Direito a ser notificado em caso de ataque informático — as empresas e as organizações terão de informar prontamente as pessoas das violações graves em matéria de dados. Terão, além disso, de notificar a CNPD – Comissão Nacional de Proteção de Dados

Como o implemento na minha empresa?

O primeiro passo é simples mas fulcral: identificar o responsável pelo processo. Esta figura reunirá para si a responsabilidade em certifica-se que os dados pessoais recolhidos pela sua organização são:

  • Objeto de um tratamento lícito, leal e transparente em relação ao titular dos dados;
  • Recolhidos para finalidades determinadas, explícitas e legítimas;
  • Exatos e atualizados sempre que necessário;
  • Adequados, pertinentes e limitados ao que é necessário;
  • Conservados para que permitam a identificação dos titulares dos dados apenas durante o período necessário;
  • Tratados para que garantam a segurança, incluindo a proteção contra o tratamento não autorizado ou ilícito e contra a perda, destruição ou danificação acidental;
  • Tratados apenas se o titular tiver dado o seu consentimento para uma ou mais finalidades específicas.
  • A grande questão é: em caso de violação de dados pessoais, o responsável pelo tratamento dos dados é obrigado a notificar o titular e a autoridade de controlo competente (CNPD), a menos que não seja susceptível de resultar num risco para os direitos e liberdades das pessoas singulares.

Se esta estrutura não estiver montada, arrisca-se a incorrer no pagamento de uma coima bastante avultada. Sendo esta uma necessidade cada vez mais premente, a Alvo poderá ajudar a sua empresa a preparar-se, de forma eficaz, rápida e simples, para a implementação do GDPR.

Nova data limite para comunicação do SAF-T em 2017

O Orçamento do Estado para 2017 recentemente promulgado pelo Presidente da República confirma as notícias da mudança da data limite para comunicação do ficheiro SAF-T à Autoridade Tributária para dia 20 do mês seguinte.
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Já há alguns meses, desde a primeira proposta de Orçamento do Estado, que vários jornais avançavam esta mudança. De início, a intenção do Governo seria a de encurtar o prazo para o dia 8 do mês seguinte de facturação. Esta redução foi, no entanto, considerada demasiado abrupta, sendo que na versão final do documento o limite passou a ser o dia 20 do mês seguinte à emissão dos documentos. O plano é continuar o processo de redução deste prazo, sendo esperada uma redução para dia 15 em 2018 e dia 8 em 2019.

No Artigo 245.° do Orçamento do Estado para o ano de 2017, já publicado em Diário da República, referente à alteração ao Decreto-Lei n.° 198/2012, de 24 de Agosto, lê-se o seguinte:

Artigo 3.° – Comunicação dos elementos das faturas

O artigo 3.° do Decreto-Lei n.° 198/2012, de 24 de agosto, que estabelece medidas de controlo da emissão de faturas e outros documentos com relevância fiscal, define a forma da sua comunicação à AT e cria um incentivo de natureza fiscal à exigência daqueles documentos por adquirentes pessoas singulares, alterado pela Lei n.° 66- B/2012, de 31 de dezembro, pelo Decreto-Lei n.° 71/2013, de 30 de maio, e pela Lei n.° 82-B/2014, de 31 de dezembro, passa a ter a seguinte redação:

2- A comunicação referida no número anterior deve ser efetuada até ao dia 20 do mês seguinte ao da emissão da fatura.

Consulte a versão ainda não actualizada do Decreto-Lei.

Esta nova obrigação será aplicada já em Janeiro de 2017, no entanto a nova data só será posta em prática em Fevereiro, com referência aos documentos emitidos em Janeiro, conforme declarações da própria Autoridade Tributária:

De acordo com a nova obrigação legal, a comunicação dos elementos das faturas emitidas a partir de 1 de janeiro de 2017 deve ser efetuada até ao dia 20 do mês seguinte ao da emissão da fatura.

Contudo, relativamente às faturas emitidas durante o mês de dezembro de 2016, e porque a obrigação ainda se refere a esse ano, o termo do prazo para a sua comunicação termina no dia 25 de janeiro de 2017.

Ou seja, os ficheiros SAF-T com a facturação de Dezembro de 2016 devem ser enviados até dia 25 de Janeiro de 2017. A facturação de Janeiro de 2017 deve ser enviada até dia 20 de Fevereiro de 2017.

Em caso de dúvida deixe-nos um comentário ou contacte-nos através do email geral@brumma.pt

GBI – Software de Gestão de Bilheteiras

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Software de Gestão de Bilheteiras e Venda de Bilhetes para vários tipos de eventos, nomeadamente culturais, desportivos, recreativos ou de entretenimento.

PRINCIPAIS VANTAGENS 

Gestão de Lugares permitindo ter:
– várias Salas;
– vários Espectáculos;
– várias Sessões.
Sala dividida por sectores (conjunto de cadeiras) 
Atribuição de preços diferentes aos lugares Impressão de bilhetes de convite
Resumo da situação dos lugares da sala por sessão e por sector 
Trabalho em simultâneo vários vendedores/bilheteiras
Actualização da situação dos lugares em tempo real 
Emissão de listagens:
– resumo de vendas de cada vendedor;
– resumo da situação dos lugares;
– tabela de preços.

BILHETEIRA – GESTÃO DE LUGARES

A venda dos bilhetes engloba três fases: 
Sessões 
Zonas/Sectores
Lugares

SESSÕES

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Permite seleccionar:
– Sala;
– Espectáculo;
– Data;
– Hora;
– Sessão.

Plano geral de todos os Lugares da Sessão:
– Normais;
– Especiais;
– Disponíveis;
– Ocupados;
– Reservados.

ZONAS/ SECTORES

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Plano geral de todos os Lugares por Sector:
– Normais;
– Especiais;
– Disponíveis;
– Ocupados;
– Reservados.

LUGARES

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Plano geral de todos os Lugares:
– Ocupados;
– Disponíveis;
– Reservados;
– Especiais;

Permite:
– Actualizar a situação dos Lugares
– Reservar lugares
– Libertar os Reservados
– Vender

GTAF – Software de Gestão de Funerárias

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Porquê escolher o GTAF?olisoft_gtaf-page-002

O GTAF é o software de gestão funerária mais completo e avançado do mercado. Funciona em Tablet’s, o que permite a recolha de toda a informação em casa do cliente, de uma maneira prática e eficiente.

A criação e edição de documentos pré-programados, em formato digital, torna o GTAF um modelo inovador na forma de criar documentos. Todos os documentos podem ser criados, alterados e exportados para WinWord pelo utilizador, sem qualquer limite.

O GTAF ainda lhe oferece várias ferramentas de Marketing e Design Gráfico, o que lhe permite evidenciar-se face à concorrência.

ASSISTA AO VIDEO

olisoft_gtaf-page-003Gestão Comercial

A Gestão Comercial permite-lhe realizar toda a faturação certificada pela AT, bem como gerir as suas Contas Correntes de Clientes e Fornecedores.

A Gestão de Compras e Stocks permite-lhe ter um maior controlo da sua empresa, percebendo o desempenho global do seu negócio.

 

 

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Sage e Recheio firmam parceria para apoiar empresas no setor da restauração e hotelaria

bannerA Sage, líder no mercado de soluções integradas de gestão, contabilidade, salários e pagamentos, e o Recheio Cash & Carry, líder no setor grossista em Portugal, estabeleceram uma parceria que visa apoiar as pequenas e médias empresas no setor da restauração e hotelaria, na utilização de software de faturação.

O setor da restauração e hotelaria tem vindo a ser alvo de grandes transformações. A dinâmica do mercado e a crescente competitividade exigem dos empresários uma modernização na gestão do seu negócio e na forma como se relacionam com os seus clientes e, também, maior celeridade na adaptação aos novos requisitos legais.

Neste contexto, o suporte em parceiros de confiança, como a Brumma TI, é uma mais-valia, no sentido em que servem de apoio não só na vertente operacional da atividade, mas também na sua modernização e desenvolvimento.

A Parceria entre a Sage e o Recheio surge com o propósito de servir de suporte aos empresários da restauração e hotelaria e à modernização do seu negócio, disponibilizando uma solução de gestão inovadora e equipamento de suporte, com financiamento do investimento. O Recheio oferece assim, aos seus clientes, a comparticipação no custo total da aquisição ou aluguer do equipamento e subscrição de uma solução de faturação Sage.

 

Rui Rebeca, Diretor de Marketing do Recheio explica, “As parcerias que desenvolvemos pretendem contribuir para o crescimento sustentável dos nossos clientes e, para isso, é fundamental que tenham equipamentos de suporte adequados para a gestão dos seus negócios. Esta iniciativa reforça esse mesmo compromisso, apoiando os empresários do setor da restauração e hotelaria com condições preferenciais na aquisição de uma solução de faturação certificada da Sage.

Segundo Ana Ribeiro, New Business Director da Sage, “Em segmentos de grande dinâmica como o da Restauração, a diferenciação acontece pela excelência no serviço ao cliente, eficiência nas operações diárias e controlo rigoroso do negócio. É este o feedback que recebemos dos nossos clientes e é isso que entregamos na nossa solução de Restauração. Os nossos clientes depositam em nós toda a confiança e sabem que lhes disponibilizamos uma oferta completa, legalmente segura, que irá ajudar a otimizar a gestão dos seus negócios. Procuramos impulsionar a modernização das suas empresas não apenas em termos tecnológicos, mas também em termos de gestão, estabelecendo parcerias que lhes aportem valor. É com isso que nos comprometemos todos os dias e é com este pensamento que estabelecemos esta parceria com o Recheio.”

Saiba mais sobre as condições de adesão através do site: Contacte-nos

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AS VANTAGENS DO RENTING INFORMÁTICO

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O renting informático é uma opção especialmente atractiva para as empresas que pretendem investir em equipamento tecnológico, enquanto mantêm os recursos financeiros disponíveis. A liquidez reduzida por parte das empresas e a dificuldade de acesso às fontes de financiamento tradicional fazem com o renting seja a opção ideal para equipar o negócio com as necessidades tecnológicas.

Quer sejam equipamentos de comunicações, computadores de secretária e portáteis, servidores, impressoras e, nomeadamente, software são alguns dos produtos que actualmente podem ser adquiridos através do modelo de renting sem ter de recorrer a uma loja de informáica ou empresa de software.

Conheça algumas das vantagens do Renting face a outras modalidades:

  • Financiamento a 100% e sem entrada inicial;
  • Aprovação em apenas 15 minutos;
  • Vantagens fiscais e redução de custos;
  • Evita reduzir o custo do inventário no final da vida equipamento;
  • Prestações regulares com pagamentos mais fáceis de gerir;
  • Gestão do Ciclo de Vida do equipamento;
  • Renovação Automática;

Perguntar frequentes:

O que é exactamente o renting informático?
É um contrato entre a sua empresa e a empresa de Renting para o aluguer de um equipamento que você escolheu através do seu parceiro. O revendedor fornece-lhe o equipamento. A empresa de Renting paga a factura ao seu parceiro. Você paga à empresa de Renting rendas regulares para o uso do equipamento, por um período previamente acordado.

Por que prazo deverá ser efectuado o contrato de renting?
Recomendamos que o prazo não seja superior à vida útil esperada do equipamento que está a alugar. O período máximo que a empresa de Renting oferece normalmente será determinado pelo tipo de produto alugado.
Como orientação, a vida útil para computadores e software é de 3 anos e para produtos de impressão e comunicação 5 anos.

O que acontece no final do contrato?
O contrato da empresa de Renting está designado para providenciar flexibilidade durante a vida do contrato. Os benefícios assentam essencialmente no uso do equipamento. Dessa forma, a empresa de Renting retém, por defeito, a propriedade do equipamento. No entanto, a sua empresa terá a opção, se assim o entender, de estender o período de aluguer por mais 6 meses, Pode também optar por adquirir o equipamento no final.

Com que frequência deverão ser efectuados os pagamentos?
Mais de 96% dos clientes optam por pagamentos trimestrais. Poderá também optar por pagamentos mensais. Por norma, os pagamentos são efectuados antecipadamente por débito directo.

Quando é que vencem as rendas?
O renting começa no primeiro dia do mês ou no primeiro dia do trimestre, depois da entrega do equipamento. Serão pagos alugueres diários para o período que vai desde o dia da entrega do equipamento até ao dia em que começa o renting.

Que proporção da renda posso deduzir em sede de IRC?
Os contractos de renting são 100% dedutíveis em sede de IRC.

Para outras questões não hesite em contactar-nos.

UMA GESTÃO INTEGRADA DO SEU NEGÓCIO

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+60% de ganho de eficiência

Monitorizar o desempenho dos vários departamentos ou operações ao nível da organização como um todo é essencial para a tomada de decisão. O recurso ao Software Sage permite consolidar a informação e avaliar a evolução do negócio, das tendências de mercado, dos riscos e, sobretudo, da performance, em tempo real. Deixa de esperar por reportes passando a saber, em tempo real essa informação – apoiando no processo de decisão e na conversão da informação em ações concretas.

+40% de produtividade

A simplificação de processo aumenta a produtividade do colaborador e fá-lo adotar melhores práticas de trabalho na organização. As soluções Sage permitem a automatização das tarefas manuais e melhoram a partilha da informação dentro da organização, diminuindo a pressão e o tempo de resposta das várias tarefas e impulsionando a colaboração dentro da organização – a organização foca-se em tarefas de maior valor, aumentando a sua produtividade.

+25% de satisfação de clientes

A simples satisfação do cliente já não é suficiente – é necessário antecipar as suas necessidades. As soluções Sage permitem-lhe gerir os vários processos e equipas comerciais, ter um contacto permanente e organizado com os seus clientes, melhorar os tempos de resposta e consequentemente, a experiência do cliente.

+60% de crescimento

O crescimento do negócio é consequência de uma gestão otimizada que permita o aumento de rentabilidade. O Software Sage apoiá-lo-á na redução de investimento em stocks e otimização do aprovisionamento; na redução dos custos de produção e distribuição; e na elaboração de melhores reportes que serão fundamentais para melhorar a gestão e otimizar o cash flow da sua empresa.

Conheça a solução Sage Business Suite, peça uma demonstração gratuita aqui!

 

 

MUDANÇA DO IVA: RESTAURANTES

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O que muda no seu restaurante a partir de 1 de julho de 2016

A Lei n.º 7-A/2016, de 30 de março, que aprovou o Orçamento do Estado para 2016 (OE 2016), estabeleceu várias alterações ao  IVA, sendo reformuladas as listas de bens e serviços sujeitos à taxa reduzida (6%*) e intermédia (13%*). Embora estas alterações já estejam em vigor desde 31 de março, há uma alteração importante que se aplicará apenas no próximo dia 1 de Julho, afetando todos os estabelecimentos que, de alguma forma, fornecem ou prestam serviços de alimentação e bebidas.

Quando estamos perante estabelecimentos que prestam serviços de take-away, drive-in ou outras formas de fornecimento de refeições prontas a consumir passará a aplicar-se a taxa intermédia, em vez da taxa normal (23%), a estes serviços.

No caso dos estabelecimentos que prestam serviços de restauração, passará a aplicar-se a taxa intermédia (13%) a estes serviços, em vez da taxa normal (23%). Para que não restem dúvidas, enquadra-se neste conceito o fornecimento de comida e/ou bebidas, preparadas ou não, acompanhado de serviços de apoio suficientes para permitir o consumo imediato das mesmas, serviços esses prestados nas instalações do prestador.

Caso estes serviços digam respeito ao fornecimento de bebidas, a taxa aplicável varia consoante a natureza das mesmas:

  • Taxa normal (23%): bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares e águas gaseificadas.
  • Taxa intermédia (13%): Águas naturais, chá, café, leite, e outras que não se enquadrem nas categorias anteriores.

Assim, a taxa intermédia não pode ser aplicada de forma generalizada e indiferenciada na área da restauração.

Por outro lado, quando sejam definidos “menus” que, por um preço global, prevejam o serviço de fornecimento de diversos alimentos e bebidas, sujeitos individualmente a diferentes taxas de IVA, deve apurar-se o valor proporcional que cada parcela do serviço representa no preço global fixado, de forma a efetuar-se a devida repartição por taxa de IVA.

O apuramento do valor proporcional deve basear-se no preço de cada uma dessas parcelas do serviço quando faturada individualmente, atendendo-se, para isso, à tabela de preços do estabelecimento ou, na falta desta, ao valor normal dos serviços, determinado nos termos do n.º 4 do artigo 16.º do CIVA. Em alternativa, pode aplicar-se a taxa mais elevada ao preço global do menu.

Para mais detalhes sobre o modo de aplicação das taxas de IVA nos estabelecimentos de restauração, clique aqui. Saiba como a solução Sage GesRestII o pode ajudar na gestão do seu estabelecimento, aqui.

*Na Região Autónoma dos Açores, as taxas reduzida e intermédia são 4% e 9% respetivamente, enquanto, na Região Autónoma da Madeira se situam em 5% e 12%.

MUDANÇA DO IVA: TAKE-AWAY

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O seu restaurante presta serviço de take-away? Saiba o que muda a partir de 1 de julho 2016.

A Lei n.º 7-A/2016, de 30 de março, que aprovou o Orçamento do Estado para 2016 (OE 2016), estabeleceu várias alterações ao IVA, sendo reformuladas as listas de bens e serviços sujeitos à taxa reduzida (6%*) e intermédia (13%*). Embora estas alterações já estejam em vigor desde 31 de março, há uma alteração importante que se aplicará apenas no próximo dia 1 de Julho, afetando todos os estabelecimentos que, de alguma forma, fornecem ou prestam serviços de alimentação e bebidas.

Estamos perante estabelecimentos que prestam serviços de take-away, drive-in ou outras formas de fornecimento de refeições prontas a consumir, passará a aplicar-se a taxa intermédia, em vez da taxa normal (23%), a estes serviços. Para que não restem dúvidas, enquadram-se neste conceito os serviços de fornecimento de pratos ou alimentos acabados de preparar, prontos para consumo imediato, com ou sem entrega ao domicílio, sem serviços associados de apoio ao respetivo consumo.

Note-se que esta alteração da taxa de IVA não se aplica a todas as transações do estabelecimento – caso estes vendam simultaneamente outros alimentos e bebidas, deverão praticar a taxa individual aplicável a cada um deles, seja ela a taxa reduzida, intermédia ou normal.

Na eventualidade da venda de conjuntos de produtos por um preço global único, caso os produtos que formam o conjunto estejam sujeitos a diferentes taxas de IVA, aplica-se ao preço global a taxa mais elevada dos produtos do conjunto.

Quer saber como vão ser aplicadas as taxas de IVA nos estabelecimentos de take-away, clique aqui.

*Na Região Autónoma dos Açores, as taxas reduzida e intermédia são 4% e 9% respetivamente, enquanto que, na Região Autónoma da Madeira se situam em 5% e 12%.